International Seven Journal of Multidisciplinary
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e-ISSN: 2764-9547



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Inglês como língua internacional e a ferramenta de pronúncia do Google

Almeida AB

Adriana Barretta Almeida


Palavras-chave

Teaching English
Google pronunciation tool
Linguistic diversity.
Ensino de inglês
Ferramenta de pronúncia do Google
Diversidade linguística.

Resumo

Introdução: A ferramenta de pronúncia do Google é muito utilizada pelos professores de inglês para o aperfeiçoamento da pronúncia dos estudantes, sendo também, e principalmente, uma ferramenta acessível para o ensino online, já que está disponível gratuitamente para todos os usuários da plataforma. Objetivo:  Questiona-se nesse artigo o quanto esse uso pode ser benéfico ou prejudicial para o ensino das habilidades de fala. Materiais e Métodos: Essa ferramenta foi analisada neste artigo à luz do conceito de Inglês como Língua Franca (ILF), que propõe um olhar decolonial para o ensino-aprendizagem da língua, desatrelando o conceito de proficiência da imitação perfeita da pronúncia dos nativos dos países de maior poder hegemônico, principalmente Estados Unidos e Inglaterra. Exploramos a evolução do ensino de inglês no Brasil, destacando uma abordagem pós-estruturalista da linguagem, na qual questiona-se a visão tradicional de língua como um sistema estruturado e pronto para ser “adquirido”. Defende-se, nesse sentido, uma abordagem flexível que valorize as diversas variantes do inglês, inclusive a falada por não-nativos. Realizamos nesse artigo uma investigação do uso da ferramenta por uma aluna de nível B1 (pré-intermediário). Foram registradas imagens da tela que apresentam a avaliação que a ferramenta faz da pronúncia da referida aluna. Resultados: A ferramenta do Google, embora útil, é criticada aqui por restringir-se a variantes de prestígio e promover uma visão purista da pronúncia.  As correções propostas pela ferramenta demonstram uma visão restrita da língua, sugerindo modificações que não interfeririam na inteligibilidade da fala da estudante. Conclusão: Propõe-se uma ampliação das opções de pronúncia e uma abordagem mais flexível para avaliar a inteligibilidade da fala, refletindo a diversidade linguística. Essas considerações são urgentes dada a importância das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no ensino contemporâneo.


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